Com o avanço da medicina e com o desenvolvimento de técnicas modernas de tratamento cirúrgico a cirurgia de pacientes com câncer de mama ficou bastante refinada.

Muitas pacientes com câncer de mama podem receber tratamento cirúrgico oncológico conservador com a preservação da mama, e assim, mantendo a sensibilidade do órgão, preservação do bico do seio e, em alguns casos, podendo ter ganho estético e funcional a pesar de estar se submetendo a um tratamento cirúrgico para câncer de mama, o que é uma mudança de paradigma. A este procedimento damos o nome de Abordagem Oncoplástica do Câncer de Mama.
A Cirurgia Oncoplástica consiste então na associação de modernas técnicas de cirurgia oncológica aliada à refinadas técnicas de cirurgia reparadora da mama a fim de preservar a mama com a manutenção de aspecto funcional, estético e anatômico adequados e com alta segurança oncológica.
As abordagens oncoplásticas podem ser realizadas no cenários de cirurgia conservadora através de técnicas de:
  • Incisões de cicatrizes mínimas: Incisões em áreas das dobras naturais da pele da mama como no sulco inframamário e axila ou em regiões de transição de tonalidade da pele como na borda da aréola o que propicia cicatrizes muitos discretas e, em alguns casos, imperceptíveis (Figura 1).

Figura 1: Incisões de cicatrizes mínimas para o tratamento do câncer de mama

  • Mamoplastia oncológica (cirurgia oncológica mamária com redução de mama associada): procedimento fundamentalmente executado para as pacientes com câncer de mama e que apresentam mamas de médio a grande volume ou com mamas ptosadas (mamas caídas). Neste cenário é possível, no mesmo ato cirúrgico, remover o tumor com margens adequadas de segurança e associar técnicas de redução mamária/levantamento mamário (Figura 2a e 2b).

Figura 2a: Aspecto global da mama após mamoplastia oncológica.

Figura 2b: Cicatriz em “T”invertido após mamoplastia oncológica

Prevenção começa com informação.

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